Quem somos

Grupo de amigos proprietários de veículos 4x4, amantes de expedições, passeios fora de estrada, Admiradores e Defensores da Natureza e com participações em competições.
"NOSSA DIVERSÃO COMEÇA ONDE O ASFALTO TERMINA"

segunda-feira, 8 de março de 2010

AORRJ - Encontro em Araruama

Antes de postar o sétimo dia da expedição a ER, vou fazer um intervalo para colocar aqui o nosso passeio do primeiro final de semana de março.
Mais uma vez tivemos um fim de semana feliz. Eu, Paulo, Edson e o Herval, nos encontramos no fim de semana em Araruama e exploramos alguns trechos dessa cidade e de Silva Jardim. No sábado seguimos pela localidade de Boa Vista até a estrada de asfalto São Vicente-Silva Jardim. Nesse trecho, encontramos lama e um visual muito bonito. Parte dele foi percorrido na última estapa do Carioca Off Road de 2009. Chegamos em São Vicente e seguimos em direção a Lagoa de Juturnaíba, não sem antes fazer uma parada técnica no famoso restaurante da costela no bafo para molhar a garganta e degustar uma porção da suculenta costela. Nessa altura, nós e nossas famílias estávamos já ficando azuis de fome. Em seguida seguimos em direção a Lagoa em busca de mais lama o que encontramos logo a seguir. Nosso objetivo, na verdade, era chegar no bar da Barragem e almoçar o delicioso Tucunaré. Ao chegar no bar, confirmado o Tucunaré, as famílias curtiram momentos de tranquilidade regados ao visual da Lagoa de Juturnaíba. Enquanto o peixe fritava, eu e Paulo fomos explorar a área indicada pelo proprietário do bar a pé e encontramos algumas erosões que nos chamaram para um desafio. Logo após o almoço saímos na surdina (na Ranger) e aceitamos o desafio das erosões. Antes de terminar o percurso, o amigo Edson apareceu do nada na Land (que ele cham carinhosamente de Grandão), sem querer ficar pra trás.....rsrs. Voltamos, juntamos as famílias e voltamos com todo o comboio para as erosões. O visual é mais um daqueles indescritíveis. Depois fomos direto para as comportas da barragem, o que revelou ser um local bonito e perigoso, mas vale a pena a visita. Basta ter cuidado.
Ao final do passeio, eu e o Herval precisamos ir a São Pedro colocar GNV nos Vitaras. A idéia foi cortar caminho de São Vicente a São Pedro por estrada de terra. O amigo Edson, nosso líder, se perdeu no caminho e fomos parar em Iguaba.....na verdade e culpa é da Vera (). Voltamos pra casa em paz.
No domingo, decidimos ir a Silva Jardim explorar uma trilha pequena, porém muito boa, com muita lama e passamos novamente por Boa Vista até a estrada São Vicente-Silva Jardim. A surpresa agradável foi que, na noite anterior choveu demais, e, além de mais lama que no sábado, tivemos que atravessar um trecho alagado..... muito bom mesmo. A trilha de Silva Jardim, apesar de menor que a do domingo, também foi excelente. Fechamos o fim de semana com um almoço excelente no restaurante da costela em São Vicente. No próximo passeio iremos na feijoada do seu Antonio, na Fazendinha.
Valeu galera.....mais um fim de semana em família e feliz.


Relato produzido por Luiz Fernando.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Sexto dia de viajem - 09/10/2010

Dia 09/01/2010 - segundo dia em Conceição do Mato Dentro

Nossa programação para o dia é conhecer duas cacheiras lindíssimas a do “Tabuleiro” e a “Rabo de Cavalo”. Como de costume acordei cedo, por voltas das 6 horas, fui até os jardins da pousada, muitos pássaros também já passeavam pelos galhos dos arbustos, do pátio da pousada dá para observar todo o vale, muito fundo longo e cheio de pedras de todos os tamanhos e formas. O café da manhã começou a ser servido às 8:00 hs, por volta das 9 horas saímos em direção a cachoeira do Tabuleiro (Long: -40.5477 / Lat: -19.0750 – altitude 814m), que fica a cerca de 30 km do centro da cidade. Essa cachoeira possui uma queda de 273 m, sendo a terceira maior do Brasil e a maior de Minas Gerais. O objetivo era fazer a trilha até a base da cachoeira, prevista para 1h 30min, para se chegar a base da cachoeira é preciso caminhar pelo leito do rio mas infelizmente, por conta das chuvas que afetaram a região Sudeste, não podemos fazer a trilha e tivemos que nos contentar em apreciá-la do alto do mirante,. Um visual deslumbrante, mas com certeza teremos que voltar. Saímos da cachoeira do Tabuleiro e fomos conhecer a cachoeira Rabo de Cavalo, com 120 m de altura e mais uma beleza que tivemos o privilégio de apreciar. O acesso é por uma trilha média com trechos pesados que inclui a travessia do leito de 2 rios. Os carros mais baixos ficam parados à cerca de 1hr e 30 min da cachoeira. Veículos 4x4 podem aproximar-se mais, atravessando por um rio e ficam mais próximos da entrada da trilha. Curtimos muito o visual, tentamos nos banhar mas a água estava extremamente gelada, como já havia passado da hora do almoço e a galera já estava ficando azul, decidimos ir almoçar no Bela Vista (e tem mesmo uma bela vista). Dica: O Bar Bela Vista fica um pouco antes do local limite para os carros que não são 4x4, a posição é (Long: -43.5766 / Lat: -19.0203) que é administrado pela Deise. Vale a pena parar na ida para a trilha e encomendar o almoço. A comida é excelente e barata, além de estar próxima da cachoeira, que fica a cerca de 25km do centro da cidade de Conceição do Mato Dentro, ou seja, o restaurante mais próximo fica a mais de uma hora da saída da cachoeira. Para finalizar o dia, fizemos um relaxamento na piscina da pousada, tendo a vista do vale como companheira, podendo contemplar, ainda, o por do sol.

-- Relato produzido por Paulo e Luiz Fernando.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Quinto dia de viajem - 08/01/2010


08/01/2010 Saída em direção a Conceição do Mato Dentro.

Como sempre, acordo cedo e vou direto para a janela, percebi que o dia amanheceu com muitas nuvens sinal que o sol iria demorar para aparecer. Tudo preparado bagagem arrumada hora do café da manhã às 8:00 hs, as 9:00 hs partimos em direção a Conceição do Mato Dentro-MG , trecho de deslocamento mais longo dessa expedição. Saímos em direção a Santa Barbara. Em Santa Barbara tivemos extrema dificuldade para localizar a sequência da ER, mesmo com planilhas e dicas, por conta do crescimento da cidade e da falta de sinalização. Na verdade, em todos os trechos que a ER cruza cidades que nasceram a partir dessa estrada, é complicado encontrar a sequência e as pessoas insistem em indicar caminhos pelo asfalto. Dica: seguir em direção a igreja matriz e para seguir pela ER com destino a Barão de Cocais, continuar em direção aos bairros Tenente Carlos e São Veríssimo. No final desses bairros é possível entrar novamente na ER. É importante informar-se na comunidade local, de preferência com pessoas mais velhas, visto que os mais jovens não tem noção de onde fica a ER. O trecho Santa Barbara – Barão de Cocais foi complicado por conta da plantação de eucaliptos. Muitas estradas vicinais foram abertas para escoamento da produção e não foram sinalizadas, o que, mais uma vez, dificultou bastante a continuidade da viajem e causou perda de percurso e tempo. Esse foi o pior trecho da ER. Foi onde perdemos mais tempo por conta das mudanças mencionadas. E um determinado ponto, deparamos com uma porteira fechada bem próxima a um dos marcos da ER. Nos informamos com um morador local, que nos informou que poderíamos passar, pois a continuidade da ER era ali mesmo e que havia um marco dentro da fazenda, o que pudemos constatar mais a frente. Chegamos em um ponto que visivelmente a ER foi perdida, não sendo possível localizar o caminho original e com isso chegamos a uma propriedade particular também fechada por uma porteira. O proprietário da fazenda nos informou que o trecho da ER naquele ponto só era possível passar a cavalo ou de moto. Em seguida nos deu autorização para cruzar a propriedade. Após cruzarmos a fazenda e chegar a rodovia MG-129, encontramos novamente os marcos da estrada original no ponto onde deveríamos sair, porém encontramos mais uma porteira e essa estava trancada com corrente e cadeado. Do outro lado da pista, um campo de futebol foi construído no meio do caminho da ER e fizemos questão de atravessá-lo. A partir daí o trecho foi tranquilo até chegarmos a outra rodovia MG-436 não sem antes observarmos a construção de um condomínio de casas populares às margens da ER em Barão de Cocais, certamento vai criar novas dificuldades. No trecho Barão de Cocais – Cocais, após, mais uma vez, penarmos para descobrir a continuação da estrada, fomos informados por um morador local que não seria possível continuarmos por estrada de terra devido a uma queda de barreira e erosão muito grande na mesma, que foi reparada com a colocação de manilhas, porém não terminada, impossibilitando a passagem de qualquer tipo de veículo. Tivemos que seguir pelo asfalto até Cocais – cerca de 10 km de estrada asfaltada. O trecho Cocais – Conceição do Mato Dentro foi um trecho bem tranquilo. Muito bem sinalizado e sem erros e com o visual típico da região da ER No entanto, o progresso já está chegando e a estrada já possui trechos asfaltados e sendo preparada para asfaltamento entre Ipoema e Itambé do Mato Dentro, onde não vimos nenhum marco da ER, mas obtivemos informações com tranquilidade. Entre Morro do Pilar e Conceição, fizemos 2 paradas obrigatórias, uma numa bica de água mineral, para tirarmos a poeira da estrada e nos refrescarmos e outra numa ponte que fica acima de um cânion muito bonito e de profundidade impressionante. Dica: Em Ipoema não deixe de visitar o Museu do Tropeiro. Uma parte importante da história da ER e do Brasil encontra-se lá. Chegamos na pousada Vale das Pedras (Long: -43.4292 / Lat: -19.0725 – altitude 778 m) às 19:00, que fica às margens da rodovia MG-10 à 5 km do centro de Conceição do Mato Dentro. Ao sair na rodovia, vire a esquerda. A pousada fica a cerca de 4 km no em direção a Serra do Cipó. Após tirarmos a poeira ,e que poeira mas muita poeira mesmo, fomos ate a cidade para jantarmos, mas não conseguimos localizar um bom restaurante com isso fomos a uma pizzaria, não gostamos muitos das pizzas.

-- Relato criado por Paulo e Luiz Fernando.

terça-feira, 2 de março de 2010

Quarto dia de viagem - 07/01/2010

07/01/2010 – Segundo dia em Catas Altas
Após o mineiríssimo café da manhã às 8:00 hs, nos preparamos para ir em direção ao Parque Natural do Caraça, localizado no município de Catas Altas, que é considerado um santuário ecológico, que compreende o complexo arquitetônico de inestimável valor histórico-cultural, ( o Santuário de Nossa Senhora Mãe dos Homens e o antigo colégio setecentista, por onde passaram personalidades importantes da História do Brasil, como os presidentes da República Afonso Pena e Arthur Bernardes).
Chegamos a portaria do Parque às 10:00 hs, que cobra R$ 5,00 por pessoa, válido pelo dia todo e inclui estacionamento e todas as trilhas. Dentro do Parque, nos dirigimos à recepção para pagamento da taxa e compra dos tickets de almoço, no valor de R$ 10,00 por pessoa sem bebida, mas com direito a sobremesa e a comer o quanto quiser (a comida é de excelente qualidade). Em seguida fomos ao Centro de Atendimento ao Visitante, onde fomos recebidos pelo monitor Fernando que, após algumas dicas, exibiu um vídeo interessante sobre o Parque, seus habitantes, as pesquisas biológicas realizadas e suas belezas naturais, iniciamos a visita pelo santuário onde podemos ver algumas obras em restauração por um dos 4 padres que administram o local. O santuário inclui um museu que foi construído a partir das ruínas do antigo colégio que foi incendiado depois que um dos alunos esqueceu um fogareiro elétrico ligado. Nesse museu podemos ver peças antigas pertencentes aos regentes Dom Pedro I e Dom Pedro II, uma exposição de fotos de altíssima qualidade tiradas por um dos padres que administram o local, apaixonado por fotografia e inúmeras outras peças tais como máquinas de escrever, utensílios e ferramentas, demos uma pausa para almoçarmos no refeitório do santuário. Após um rápido descanso, saímos para a trilha da Cascatinha, uma das inúmeras trilhas do Parque e de nível fácil. A mãe do Luiz Fernando, com seus 73 anos, acompanhou toda a trilha com bravura. Ao chegarmos na cachoeira, nos deparamos com mais uma maravilha da natureza, o local de fácil acesso, a água é muito fria, porém, nessa época do ano, não estava gelada. Essa trilha teve a duração de cerca de 1:30 h, ida e volta, incluindo o tempo que ficamos na cachoeira. Dica: Jamais tirem o par de tênis e meias do carro.
Outro local visitado foi a piscina, onde é possível fazer churrasco e se banhar numa piscina natural. Decidimos seguir em direção ao mirante próximo por uma trilha de cerca de 1 km, que acabou revelando-se uma trilha de nível médio a difícil com trechos de escalada leve. No entanto o visual do topo vale qualquer esforço feito para chegar lá.
No retorno a Catas Altas, decidimos dar uma passada rápida pela cidade de Santa Bárbara, onde decidimos alimentar os veículos (diesel, é claro.....), e voltamos a pousada Solar da Serra em Catas Altas. Dica: pousada muito boa. A estrutura é toda nova e dispõem de internet a rádio, para quem precisar contactar o mundo exterior, além de boa localização, logo na entrada da cidade.
Depois de um bom descanso, já a noite, ninguém estava a fim de ir jantar e decidimos procurar algum lugar para lanchar, descobrimos um trailer quer serve aqueles “sandubas” de 2, 3 e até 4 andares, ai foi uma festa depois caminhamos pela cidade para amenizar a situação estomacal e retornamos para a pousada para nosso sono merecido.

-- Relato criado por Paulo e Luiz Fernando.

Cont.. Terceiro dia de viagem - 06/01/2010

06/01/2010 – Primeiro dia em Catas Altas.
Chegamos à Catas Altas, pelo asfalto, localizamos a pousada onde já havíamos providenciado as reservas, depois de nos alojarmos decidimos procurar o caminho(entre Morro da Água Quente e Catas Altas) e fazer o sentido contrário e, mais uma vez, ficamos decepcionados por conta da intervenção da mineradora no trecho. Estradas foram abertas, confundindo o caminho e um grande volume de resíduos de minérios deixados por toda parte. Retornamos e fomos visitar o local de informações turísticas da cidade de Catas Altas onde recebemos a orientação de visitar o Parque Natural do Caraça. Depois dessa visita, fomos conhecer os arredores da cidade e identificar os locais para alimentação, como já era tarde e começou a chover escolhemos a Cantina do Gordo, que era próximo a pousada, para jantar, como não havia muitas opções o prato escolhido foi costelinha de porco frita e acompanhamentos, aliás, a outra opção era costelinha de porco frita.

-- Relato criado por Paulo e Luiz Fernando.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Terceiro dia de viajem - 06/01/2010

06/01/2010 – Terceiro dia em Lavras Novas – Partida em direção a Catas Altas onde seria nossa nova base de apoio.

Descemos para o restaurante da pousada, com tristeza por deixa-la e expectativa no dia que de novo amanheceu lindo. Sentamos para degustar aquele mineiríssimo (café) e lá estava ele, o bolo de milho ainda com aquela fumacinha pairando no ar. Decidimos de uma vez por todas esquecer os regimes até o fim dessa expedição. Bagagem arrumada é hora de por o pé na estrada pois teríamos muita poeira pela frente, aliás foi muita poeira mesmo, eu viajava com minha ranger logo atrás do Luiz Fernando em sua F-250, que poeira, mas a poeira agente tirava nas dezenas de cachoeiras ao longo da estrada. Tudo pronto às 9:00 hs. Decidimos mudar um pouco o roteiro e experimentamos um trecho do Caminho Novo entre Lavras Novas e Ouro Branco, sentido Rio de Janeiro – Como não poderia deixar de ser, passamos por visuais lindos com o misto de poeira, lama e pequenas erosões, após algumas fotos retornamos pelo trecho acima citado e entramos numa rota alternativa que não faz parte da ER, no sentido do lugarejo de Rodrigo Silva em direção a Ouro Preto, para voltarmos ao Caminho dos Diamantes, sentido Catas Altas, nosso destino final nesse dia. Enfim encontramos o “marco” indicando o leito da ER seguimos até as cidades de Ouro Preto e Mariana, trecho que encontra-se asfaltado. Voltamos ao trecho original(de terra) na saída de Mariana em direção a Camargos e Bento Rodrigues. Além dos lugarejos mencionados, passamos por dentro da cidade de Santa Rita Durão, Morro da Água quente e, finalmente, Catas Altas. No trecho entre Santa Rita Durão e Morro da Água Quente observamos que um dos marcos ficou colocado no meio de um trevo que não existia, e, infelizmente, nos fez errar o caminho por cerca de 10km e nos levou até uma obra na estrada secundária, que ia em direção a Mariana. Essa foi nossa primeira decepção. Só então nos certificamos que estávamos na direção errada com a ajuda de um caminhoneiro. Observamos, por exemplo, alguns marcos danificados pelo fato da ER ter sido alargada para facilitar o tráfego dos caminhões da mineradora. Esse trevo criado para facilitar a manobra dos caminhões dificulta a identificação do caminho correto pelos apreciadores da ER, para quem não sabe a ER é toda identificada por um marco em forma de um triangulo isósceles onde o lado diferente indica o caminho correto a seguir a sua esquerda ou direita. Logo que encontramos o caminho correto continuamos a viajem, logo à frente desembocamos na MG-262, em Morro da Água Quente, já no asfalto, teríamos que localizar o marco para continuarmos, mas a essa altura já estávamos famintos, resolvemos então almoçar e investigar onde estaria o marco correto da ER. Às margens da rodovia MG-262, localizamos o Rancho do Potér – comida mineira no fogão a lenha, almoçamos e demos um breve descanso e voltamos a caça do marco. Em Morro da Água Quente, deparamos com a segunda decepção na ER. A intervenção da mineradora Vale, por conta da construção de uma barragem, interrompeu um trecho da ER que liga essa cidade a Catas Altas. Tivemos que dar a volta pelo asfalto, pois fomos informados que a passagem estava proibida nesse trecho.

-- Relato criado por Paulo e Luiz Fernando.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Segundo dia de viajem - 05/01/2010

05/01/2010 – Segundo dia em Lavras Novas

Acordei cedo como de costume e fui para a varanda do apartamento, aquele cheiro de ar puro e o céu azul já anunciava um dia excelente para passeios ao ar livre. Descemos para o café da manhã, mineiríssimo, além de outras iguarias lá estava o que eu mais gosto no café, o bolo de milho recém retirado do forno e o pão de queijo quentíssimo. Por sinal o café da manhã na Buieié é excelente e o ambiente é muito acolhedor. Parabéns a toda a equipe. Saímos para o primeiro passeio do dia por volta das 9:30 seguindo pelo trecho da ER que liga Lavras Novas a um local chamado Rancharia. Visitamos as cachoeiras dos Namorados e 3 pingos e a bacia do Custódio uma represa com um incrível visual onde a natureza esta preservada. Esse trecho é muito arenoso, com pequenas erosões e pontes estreitas, houve algumas dificuldades para o Luiz Fernando manobrar a sua F-250 ao cruzar algumas pontes e fazer algumas curvas com erosão, por causa dos seus quase 7 m de comprimento, mas nada que um experiente piloto de 4x4 não pudesse trampor. Nosso almoço em família foi no restaurante PaLavras Novas, uma combinação de museu do som e restaurante. No PaLavras Novas existem várias peças antigas como rádio, radiolas e até gramofone, muito interessante e o ambiente é muito acolhedor a comida “sem comentários”. Boa demais

Retornamos a pousada para o devido descanso pois ainda teríamos o segundo passeio programado para o dia, uma trilha a pé em direção à Serra do Trovão, de onde é possível visualizar toda a cidade (360º), quando chegamos ao topo e já estava no final da tarde notamos que envolta da cidade estava se formando grandes nuvens de chuva, resolvemos interromper o passeio pois estava trovejando muito e como não é recomendado permanecer no topo da serra caso haja formações pesadas de chuva e trovoada. Local extremamente propenso a queda de raios, retornamos para a pousada e fomos curtir um final de tarde na piscima climatizada.

-- Relato criado por Paulo e Luiz Fernando.